quinta-feira, 10 de abril de 2008

Autoria: Adelson Correia


Lasso de sua, aparentemente, debalde existência, entregou-se a si mesmo o homem ao devaneio. Sentado à beira do caminho, espectador da vida. Submergido em sonhos visionários, alienou-se da atroz realidade.Busca o que, ainda, nem lhe é sabido.
Inelutável parada, de tempos em tempos, no compasso do tempo, à procura de tempo para dar tempo ao tempo, qe a seu tempo, cobra-lhe o tempo dado.

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